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Procon autua estacionamento do Shopping Campo Grande

Publicado em 08/10/2019 Editoria: Cidade


O Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) de Mato Grosso do Sul autuou a empresa responsável pelo estacionamento do Shopping Campo Grande após atestar durante fiscalização elementos que caracteriza como "má prestação de serviço." Segundo a autarquia estadual, de responsabilidade da gestão Reinaldo Azambuja (PSDB), entre as irregularidades está a não permissão de pagamento pelo serviço por tempo proporcional de uso.
 
Atualmente, a Campo Grande Parking, empresa que administra o espaço, cobra o valor de R$ 8 por um tempo de três horas de estacionamento. Cada período de 60 minutos adicionais tem valor de R$ 1. As informações constam no sítio oficial do shopping.
 
Segundo o Procon, a existência de uma tabela fixa de horários e preços pode ser caracterizada como uma irregularidade
 
Além disso, a autarquia destaca também como irregularidades o fato das máquinas para pagamento automático do serviço não aceitarem notas de alto valor, como de R$ 100, além da falta de funcionários para auxiliar na solução de problemas dos usuários com o equipamento.
 
"Foi constatada a presença de apenas uma  auxiliar, em um dos quatro pontos de saída, com revezamento ou seja, uma pessoa atende das 10h às 16h e outra das 16h às 22h, com isso prejudicando as pessoas que se dirigem aos cinemas cujo funcionamento, via de regra, passa das 22 horas. Para dificultar, ainda mais, existe equipamentos com defeito obrigando o consumidor a se dirigir a outro local para deixar as dependências do estacionamento", diz texto enviado pelo Procon.
 
A nota da autarquia também diz que o que determina a Lei Estadual 3.530/2008, dando a entender desconhecimento a respeito a necessidade  de liberar tal informação aos  consumidores que poderiam se beneficiar dela. Além disso, funcionários da empresa responsável pelos serviços procuraram  impor obstáculos ao trabalho da  fiscalização.
 
"De todas as maneiras tentaram, de todas as maneiras, impedir acesso à sala de administração que se encontrava fechada se negando a indicar pessoa que pudesse se responsabilizar pelo atendimento, o que só ocorreu depois da  fiscais esperarem por mais de 30 minutos e afirmarem que solicitariam a  presença de integrantes da Delegacia  de Defesa do Consumidor", aponta.
 
Em nota ao Correio do Estado, o Shopping Campo Grande, por meio de sua assessoria, informou que "buscar novas melhorias para atender os clientes com conforto, qualidade e segurança é um de seus compromissos."
 
Por meio de nota, o centro comercial disse que "a fila para atendimento prioritário será adaptada e as máquinas serão configuradas para aceitar notas de R$ 100. Além disso, será avaliada a possibilidade de uma nova escala de trabalho para os atendentes, com o objetivo de prestar o melhor atendimento possível para quem frequenta o local."


› FONTE: Correio do Estado