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Ponte sobre o Rio Paraguai em Corumbá ficará interditada na quarta-feira

Publicado em 19/10/2026 Editoria: Infraestrutura


Quem vai atravessar a ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, em Corumbá, precisa se programar: o tráfego será interrompido para a concretagem de pontos da estrutura das 17h de quarta-feira (21) ao meio-dia de quinta-feira (22).
 
A interdição faz parte da recuperação estrutural da ponte, obra de mais de R$ 11,7 milhões executada pelo Governo do Estado, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), em cooperação técnica com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).
 
A escolha pelo período do final da tarde e da madrugada busca reduzir o impacto para quem depende da rodovia, já que o fluxo de veículos é menor nesse horário. Mesmo assim, a Agesul orienta motoristas, transportadoras e moradores a programarem as viagens com antecedência e respeitarem a sinalização instalada no trecho.
 
Em situações de emergência, como o tráfego de ambulâncias e veículos da segurança pública, serão adotadas medidas para garantir uma passagem segura, com o acompanhamento de equipes de apoio designadas pela Agesul.
 
Desde junho, o tráfego na ponte já opera em meia pista, em sistema de pare e siga, com apoio de plataformas metálicas. As interdições totais são programadas e sempre comunicadas à população com antecedência para que moradores, empresas e transportadores possam se organizar.
 
"Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança e durabilidade para quem depende dela diariamente", afirma o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho.
 
Com 1.890 metros de extensão, a ponte sobre o Rio Paraguai é uma das principais ligações de acesso a Corumbá e à região do Pantanal, essencial para o transporte de cargas, o turismo e o deslocamento de quem vive e trabalha na região.
 


› FONTE: Campo Grande News