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Homem é preso por raptar e ameaçar de morte os próprios filho em CG

Publicado em 05/03/2025 Editoria: Polícia


Vendedor de 29 anos, que não terá o nome divulgado para preservar as vítimas, foi preso por raptar o filho de 7 anos e ameaçá-lo junto com o irmão de 8 anos de morte.

O caso aconteceu na noite de domingo (2), em uma praça no Bairro Jóquei Clube, em Campo Grande.  Nesta terça-feira (4), ele passou por audiência de custódia e será monitorado por tornozeleira eletrônica e também foi proibido de se aproximar das vítimas.

De acordo com o boletim de ocorrência, os dois meninos haviam ficado sob os cuidados do irmão de 17 anos porque a mãe havia ido trabalhar.

 

No entanto, ela foi informada de que o ex-marido foi até a sua casa buscar os filhos sem o seu consentimento. Na ocasião, as crianças estavam no parquinho perto da residência e o homem disse que os mataria a hora que as achasse.

Após alguns minutos que o homem saiu, o menino de 8 anos voltou para casa contando ao irmão mais velho que o caçula havia sido levado pelo pai a força.

O adolescente então avisou a mãe que acionou a PM (Polícia Militar). A equipe fez buscas e encontrou a criança na casa do vendedor e todos foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol.

Dentro da viatura, os policiais ouviram o menino de 7 anos contando para  a mãe que o pai o puxou pelo braço e disse que se ele e o irmão não o acompanhassem ele mataria o irmão mais velho dos dois.

Quando escutou essa frase o garoto de 8 anos saiu correndo, mas o mais novo não conseguiu escapar porque o vendedor o ameaçou de morte também.

A mulher relatou que também já foi ameaçada de morte pelo ex-marido e que os dois não tem nenhum acordo sobre a guarda das crianças que ficam sob seus cuidados.

O caso foi registrado na delegacia como subtração de incapazes e ameaça no âmbito de violência doméstica. A mulher pediu medidas protetivas contra o vendedor que optou por ficar em silêncio durante o depoimento.

Hoje ele passou por audiência de custódia e a juíza Eucélia Moreira Cassal concedeu a liberdade provisória para o vendedor já que ninguém havia representado pela prisão preventiva do homem, no entanto, determinou que ele seja monitorado por tornozeleira eletrônica no prazo de 180 dias e o proibiu de se aproximar da casa e das vítimas mantendo uma distância mínima de 100 metros e também não poderá manter contato através de ligação ou mensagens em redes sociais.

 



› FONTE: JNE