Hilux capota, fica com teto aberto e motorista é preso em Campo Grande
Publicado em 28/08/2026
Editoria: Polícia
Condutor apresentava sinais de embriaguez, teria ofendido policiais e assediado uma policial militar
Caminhonete Toyota Hilux ficou completamente destruída, com o teto aberto, após bater em outro carro e capotar na Avenida Tamandaré, na madrugada desta sexta-feira (28), em Campo Grande. O acidente ocorreu no cruzamento com a Rua Saldanha da Gama, nas proximidades da Avenida Júlio de Cas
tilho. Juliano Garcia da Silva, de 34 anos, condutor do veículo, foi preso em flagrante.
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Conforme consta no boletim de ocorrência, Juliano seguia pela Avenida Tamandaré em direção à Avenida Júlio de Castilho. No mesmo sentido trafegava um Citroën C4, conduzido por uma mulher.
A motorista do Citroën relatou à Polícia Militar que, ao chegar ao cruzamento com a Rua Saldanha da Gama, a parte da frente da Hilux atingiu a lateral esquerda do carro dela. Depois da batida, Juliano teria perdido o controle da caminhonete, que capotou.
Quando a equipe do Batalhão de Polícia Militar de Trânsito chegou ao local, encontrou o motorista da Hilux deitado no chão e cercado por populares. Ele apresentava ferimentos no rosto provocados pelo acidente.
O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros atendimentos ainda no local. Juliano foi socorrido e encaminhado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Santa Mônica.
Durante o atendimento da ocorrência, conforme a Polícia Militar, o motorista apresentava olhos avermelhados, odor de álcool, comportamento agressivo e andar cambaleante. Diante dos sinais de possível embriaguez, os policiais ofereceram a realização do teste do bafômetro.
Foram feitas tentativas de realizar o teste com um etilômetro Alcoolizer, mas, segundo o boletim de ocorrência, não foi possível concluir o procedimento devido ao estado de exaltação e à agressividade do motorista. Devido aos sinais constatados pelos policiais, foi elaborado um Termo de Constatação de Alteração da Capacidade Psicomotora.
Ainda conforme o registro, durante o atendimento, Juliano teria passado a ofender os policiais com xingamentos. Ele também teria assediado diversas vezes uma policial militar que participava da ocorrência, tanto no local do acidente quanto posteriormente na delegacia.
Como o motorista precisou ser levado para atendimento médico, outra equipe da Polícia Militar foi acionada para fazer a escolta até a unidade de saúde.
Após receber atendimento e ser liberado pela UPA, Juliano recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia.
A autoridade policial determinou o registro da ocorrência, a adoção das providências cabíveis e a prisão em flagrante do motorista. Também foi determinada a apreensão do Termo de Constatação de Alteração da Capacidade Psicomotora.
A polícia removeu a Hilux para o pátio do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), já que não havia no local outra pessoa habilitada que pudesse ficar responsável pelo veículo. A polícia liberou o Citroën C4 para a própria condutora.
Com a força do acidente, a caminhonete ficou completamente destruída. A lateral do passageiro foi uma das partes mais atingidas, assim como a frente do veículo, e o teto chegou a se abrir. O lado do motorista teve danos menores em comparação ao restante da Hilux.